quinta-feira, 4 de junho de 2015

O Cérebro

Quero desde já pedir desculpa aos meus colegas e ao professor pelo atraso com que estou a publicar este artigo, pensei que já o tinha feito mas algo se passou e não chegou a ser publicado... Erro do meu computador...Sei que não se vão acreditar mas de qualquer das maneiras aqui fica o meu artigo que já devia ter sido publicado há alguns dias.(Poucos Dias :D)

Pois bem, vou falar a toda a comunidade ''mindgames'' da ferramenta que todos temos na nossa tola, tema do trabalho do meu grupo nas apresentações deste ano em psicologia.

Podia estar aqui a falar horas e horas desta tão complexa ferramenta que se denomina de cérebro, que o tempo não me chegava para fazer trespassar toda a importância que este tem para o funcionamento funcional de todo o nosso organismo.... Nós somos a playstation, o cérebro é o comando... e para quê ter a playstation se não temos o comando?
Sem querer estar a aprofundar muito, porque acho que maior parte de vocês olham para isto e deixam logo de ler devido á confusão que as letras vos fazem, todos sabemos que o cérebro é o principal órgão e centro do sistema nervoso em todos os animais vertebrados, e em muitos invertebrados. Nos vertebrados o cérebro localiza-se na cabeça protegido pelo crânio, próximo aos aparatos sensoriais primários: visão, audição, equilíbrio, paladar, e olfato.Num senso estrito, cérebro é o conjunto das estruturas nervosas derivadas do prosencéfalo (diencéfalo e telencéfalo). Em linguagem corrente, este termo pode designar o encéfalo como um todo, o telencéfalo ou o córtex cerebral.Os cérebros podem ser extremamente complexos. O cérebro humano contém cerca de 86 bilhões de neurônios, ligados por mais de 10.000 conexões sinápticas cada. Esses neurônios comunicam-se por meio de fibras protoplasmáticas chamadas axônio, que conduzem pulsos em sinais chamados potencial de ação para partes distantes do cérebro e do corpo e as encaminham para serem recebidas por células específicas.
Neurónios do cerebelo de um pombo
Para acabar vou falar-vos mais um bocado da célula mais importante do nosso organismo, neurónio.O neurónio é a célula do sistema nervoso responsável pela condução do impulso nervoso, pode ser considerado a unidade básica da estrutura do cérebro e do sistema nervoso.A membrana exterior de um neurónio toma a forma de vários ramos chamados dendrites. que recebem sinais eléctricos de outros neurónios, e de uma estrutura a que se chama um axônio que envia sinais eléctricos a outros neurónios. O espaço entre as dendrites de um neurónio e as telodendrites de outro é o que se chama uma fenda sináptica: os sinais são transportados através das sinapses por uma variedade de substâncias químicas chamadas neurotransmissores. O córtex cerebral é um tecido fino composto essencialmente por uma rede de neurónios densamente interligados tal que nenhum neurónio está a mais do que algumas sinapses de distância de qualquer outro neurónio.
(Toda esta informação foi tratada e retirada do nosso manual de psicologia.)


HUGO GONÇALVES

A hipocrisía da Religião

Todo o religioso é hipócrita, dirigindo-me diretamente aos cristãos por serem, praticamente, os únicos religiosos na minha sociedade e por ser com estes que mais tenho contacto diariamente.
A hipocrisia começa nos seus julgamentos a todos aqueles que não praticam a sua religião; visto que estes, em preces, prometem amar o próximo como a si mesmos, mas identificam-se como superiores face aos seguidores das restantes crenças religiosas. Atacam todos aqueles que não seguem os seus ideais, segurando a bíblia na mão para servir de argumento principal para todas as acusações feitas e escondendo-se atrás da mesma bíblia para evitarem as críticas justificando os seus feitos como sendo a vontade de Deus. Criticam tudo o que os rodeia, e ignoram tudo o que se passa dentro do seu próprio “reino”.








Muitos dos clérigos (sujeito que faz parte da classe eclesiástica) nos E.U.A. confundem o sentido da palavra “próximo”, na frase que marca o modo de vida do cristianismo (“ame o próximo como a si mesmo”), como tendo o sinónimo “criança”, visto que 2 a 3% destes possuem contra si queixas de abusos sexuais sobre menores. Que espécie de amor é este que leva a criação de traumas severos em crianças que deveriam, ao estar sob a guarda destes, ser protegidas pelos mesmos que as ameaçam física e psicologicamente? É um “amor” que resulta no sofrimento e no atrofiamento das capacidades sociais dos indivíduos afetados. Crianças abusadas que perdem toda a sua infância a partir do momento aterrador de que foram alvo, e que até podem nunca vir a ter uma vida adulta, e mesmo que a consigam de alguma forma ter, esta será sempre afetada pelo passado que sempre deixará sequelas no indivíduo.








            A igreja Católica sempre fez questão de interferir e marcar as vidas de todos os indivíduos. Até 1911, o Estado e a Igreja eram cúmplices na tomada de decisões legislativas e no que dizia respeito à educação. Por isso mesmo, sendo o catolicismo a religião do Estado, todos os praticantes dos restantes cultos religiosos eram prejudicados pois eram-lhes negadas a educação e a liberdade religiosa. Até 25 de Abril de 1974, em todos os edifícios escolares era obrigatório a presença de símbolos cristãos bem como orar no início de cada aula, restringindo assim a liberdade na escolha e prática de outras religiões. Ainda mais marcantes eram os maus tratos que os alunos sofriam como forma de punição dos crimes de falta de respeito (pelo que os professores tinham a sua figura como superior aos demais, e por isso mesmo, merecedora de mais respeito) e insuficiência de qualidade nas respostas dadas. Desta forma, negam outros valores da Religião Cristã: a tolerância, amor e fraternidade por todos.




              Será a religião um aspeto cultural fundamental de cada indivíduo?




A religiosidade apenas possui um aspeto que, a meu ver, pode ser considerado, de certa forma, positivo. O tal é a missão de guiar as ações do Homem, desempenhando uma função de uma segunda consciência que leva os praticantes a agir de forma acertada. Contudo, agem por medo às consequências que podem sofrer se não o fizerem, como: a rejeição por parte dos restantes praticantes, a descomunhão, e até mesmo a privação de uma vida eterna no pós vida em que acreditam. Em suma, tem a mesma função do Pai Natal na vida das crianças. Fazem os humanos agirem de forma acertada sob pena de perderam os seus presentes e regalias.




            


É responsável pelo atraso científico, pela opressão sofrida por muitas pessoas, por guerras intermináveis, etc. Desde o século XII, com a criação da Santa Inquisição, que o cristianismo é responsável pelos retrocessos científicos. Agia como polícia e sentenciadora para todos aqueles que pensassem mais além da sua época, para todos os que se tentavam aproximar do conhecimento. É ainda hoje considerado um aspeto que não deixa o Homem evoluir. Condena todos os atos que vão contra as suas filosofias restringindo o Homem quanto: à sua sexualidade; ao livre arbítrio na tomada de decisões que interferirão em mais vidas para além das suas (como abortar, usar métodos contracetivos, etc); ensina o ódio e o sentimento de superioridade em relação às restantes religiões; entre outros. 









Concluindo, a religião é uma pedra no sapato na evolução do Homem, sendo responsável pelo medo daquilo que é novo, criando assim sociedades com mentes fechadas que expulsam dela todos os que são diferentes e não se regem pelas mesmas regras. Criam monstros e guerras numa tentativa de homogeneizar o mundo tornando-o planeta de hipocrisia e estagnado.  

João R. Abreu 12ºB

quarta-feira, 3 de junho de 2015

A dimensão sócio cultural da mente - Tomada de decisão

Em certas fazes das nossas vidas temos que tomar decisões, decidir qual a melhor solução ou opção para a resolução de um problema. A necessidade de tomar decisões está muito presente no nosso quotidiano, estas decisões por fezes não tem qualquer efeito na nossa vida mas outras podem mudar a nossa vida para sempre, daí eu achar que devemos sempre pensar muito bem nas decisões que tomamos pois podem provocar mudanças definitivas.

Quando temos que tomar uma decisão existe uma área de incerteza, que nos obriga a escolher entre várias opções. As decisões do nosso quotidiano fundamentam-se mais sobre modelos mentais, sobre esquemas de pensamento corrente, do que escolhas lógicas.

As nossas decisões são afectadas por diversas variáveis, as mais conhecidas são a do conhecimento e motivação. Estas variáveis influenciam a tomada de decisão, quanto melhor estivermos informados maior é a possibilidade de tomarmos a escolha correta.

Na minha opinião não é bem assim os jovens da minha idade hoje em dia sabe tudo mesmo assim cometem muitos erros, dai não concordar que a informação traz-nos, maior possibilidade de tomar a decisão correta.

As variáveis de motivação afetam a decisão de forma consciente ou inconsciente.




 Diogo Lemos 12ºB

terça-feira, 2 de junho de 2015

Imaginação


É a imaginação que permite que o pensamento vá para além dos limites. A imaginação amplia o pensamento, certas relações como exemplo metáforas auxiliam o estabelecimento de pontes entre experiências vividas e imaginadas. A imaginação abre ao pensamento novas oportunidades, permite prever experiências e formas de sentir.
É através da imaginação que encontramos alternativas, às formas de sentir e que conseguimos antecipar as intenções próprias ou dos outros.


Existem dois tipos de processos:

O pensamento convergente é assinalado como a síntese de informação e de conhecimentos direccionados para a solução de um problema. É um pensamento dominado pela lógica e objectividade, em que dominam os raciocínios hipotético-dedutivos. Este tipo de pensamento está relacionado com a resolução de problemas apenas com uma solução.
Corresponde á aplicação das regras lógicas e do conhecimento numa direcção para encontrar a solução correta.

O pensamento divergente caracteriza-se pelo um processo de exploração, que tem como objectivo contemplar vários aspectos. Aqui existem várias soluções originais, pois implica a exploração cognitiva de soluções diferentes para o mesmo problema. Neste tipo de pensamento domina a intuição sobre as operações mentais de tipo lógica-dedutivo. É um pensamento associado á criatividade, por sugerir novas ideias e soluções originais.



É necessário referir que estes tipos de pensamentos estão presentes no nosso quotidiano, pois ás vezes enfrentamos certos problemas que implicam apenas uma solução, outras vezes aparecem outros que são necessárias respostas inovadoras e originais.



Diogo Lemos 12ºB

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Imaginação

A imaginação é o que nos permite que o pensamento vá além dos limites da realidade percebida, abre ao pensamento novas oportunidades.
É pela imaginação que encontramos alternativas para os saberes, para as formas de sentir, é pela imaginação que é possível antecipar as intenções próprias ou dos outros. Esta questão remete-nos para a distinção entre dois processos diferentes mas complementares: o pensamento convergente e o pensamento divergente.
O pensamento convergente caracteriza-se pela síntese de informação e de conhecimento orientados para a solução de um problema. É um pensamento dominado pela lógica e pela objectividade, este tipo de pensamento esta associado à resolução de problemas (nomeadamente problemas com solução única).
O pensamento divergente caracteriza-se por um processo de exploração em várias direções de modo a contemplar vários aspetos. Face a um problema surgem várias soluções originais. Neste tipo de pensamento domina a intuição. É um pensamento associado à criatividade, por sugerir novas ideias e soluções originais.
Ambos os pensamentos estão presentes na vida quotidiana dos seres humanos.
Ao longo dos tempos vários filósofos deram a sua opinião sobre a imaginação, as opiniões variam por isso aqui estão duas:
"Platão desvalorizava a imaginação por considerá-la o mais baixo grau do conhecimento, por ser algo baseado em devaneios da mente."
"Bachelard, a imaginação é a faculdade de invenção e de renovação."















Tiago Pacheco Nº31 12ºA 

sábado, 30 de maio de 2015

Necessidades e desejos no viver humano

Imaginando que queremos explicar a alguém qual a diferença entre desejos e necessidades , era uma tarefa bastante complicada pois , existe uma interpenetração ou seja penetração mútua , entre desejos  e necessidades , o que torna difícil a explicação da diferença.
As necessidades básicas , estão por um lado codificadas culturalmente e socialmente , dando o exemplo da fome , pois as culturas influenciam-nos no tipo de alimentos que escolhemos comer até a hora a que  os comemos .Por outro lado depende também dos desejos e vontades , pois , dando o exemplo da comida , nós só comemos o que gostamos .
Quanto á sexualidade , é mais influenciada pela construção social , quando por exemplo sentimos a necessidade de ser tocados por alguém que gostamos .Ou até o reconhecimento dos nossos familiares e amigos , por algo que conquistamos através de esforço e muito trabalho .
O desejo é a aspiração a algo que queremos ter por exemplo um  carro , ou até ser tão bonitos como o Tom Cruise , certos desejos são tidos como utopias , ou seja , sonhos , sendo que na minha opinião nada é impossível ,pois  para mim não existe a impossibilidade  de fazer algo desde que haja esforço para o mesmo .
Certos desejos tornam-se necessidades , pois sentimos a sua falta .
Sinceramente eu estou de acordo com o fundador da psicanálise Freud , que não acredita no conceito de desejo , para Freud não há desejo sem que antes haja a necessidade .
Freud dá o exemplo de um bebé com fome , que quando essa fome lhe é saciada ele sente a experiência do prazer . Se o seio da mãe for o portador do alimento o bebé associa o seio da mãe a uma fonte de prazer .
Acaba por haver uma associação : mamar responde á necessidade de alimento e satisfaz o desejo de prazer .


Só posso concordar com Freud , tenho a certeza que todas os bebés fazem este tipo de associações .




Diogo Lemos 12ºB

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Dúvidas , escolhas e motivações

Muitas vezes as dúvidas aparecem nas pequenas escolhas, como por exemplo: escolher entre este ou aquele caminho, uma ou outra roupa, ficar em uma ou outra fila no caixa, comer ou não um alimento, e outros tantos mais. O problema ocorre quando as consequências são mais complexas, valiosas ou definitivas, como, escolher uma profissão, encarar o desafio de um novo emprego ou ficar com a estabilidade do antigo, encontrar uma pessoa para um relacionamento amoroso, casar, ter filhos, separar, mudar, etc..
Mas, o que está por detrás de tantas dúvidas?

São muitas hipóteses, muitas motivações, desejos e necessidades e principalmente diversos critérios envolvidos por valores éticos, morais, religiosos, culturais, sociais e pessoais a serem definidos para se chegar a uma escolha coerente com o sentimento, sendo este, um importante motivo de incerteza. Por isso, procuramos fazer uma escolha e nos sentirmos bem com a decisão tomada.

O apoio de pessoas significativas e o tempo para a decisão são fundamentais para a escolha. Porém, geralmente a decisão é mais complexa do que se imagina, até porque se fosse simples, não geraria dúvidas.

A motivação é  um aspecto importante na hora de uma decisão, uma vez que é pela motivação que resulta a direção e a intensidade para as ações.  A dificuldade ocorre, quando os motivos são conflituosos

, ou quando o estado emocional afeta a autoestima e, portanto, a motivação. Vale lembrar que a falta de experiência em uma atividade e a necessidade, ou desejo, também afetam a motivação.

As escolhas são mais simples quando o risco é menor. Porém, mesmo diante de simples decisões, há sempre que se avaliar: o momento, o contexto, os sentimentos e as consequências, tanto para si, quanto para os outros, além de inúmeros outros fatores determinantes de uma “simples escolha”.



Adicionado a tudo isso, temos ainda que considerar algumas características de personalidade que interferem nas tomadas de decisões, como por exemplo:  pessoas que pensam que não podem errar, e que por isso, não conseguem escolher, quando o erro é uma possibilidade real. Pessoas que querem sempre agradar aos outros e que estão sempre abrindo mão de suas escolhas; ou, as que só pensam nos interesses próprios, não medindo as consequências para os demais envolvidos em suas decisões, pessoas que não admitem perder e que por isso, têm tantas dificuldades em escolher, até porque, escolher significa abrir mão da outra possibilidade, tem ainda, aquelas que querem que tudo aconteça do seu jeito e no seu tempo. E por aí vai…




Retirado da oficina de psicologia , por Diogo Lemos 12ºB